Brasil inicia Copa América com histórico de sempre ganhar em casa.

Seleção Brasileira foi campeã nas outras quatro vezes em que atuou em seus domínios. Neste ano, sem Neymar, vem pressionada pela sequência de eliminações nos dois últimos torneios e nas Copas do Mundo de 2014 e 2018
Obrigação. Expressão forte e que permeia a Seleção Brasileira masculina nesta 46ª edição da Copa América, que começa hoje. Logo na estreia, pega a Bolívia, às 21h30, no Morumbi, em São Paulo. Sim, o torneio retorna ao País pela 5ª vez após 30 anos e busca manter uma hegemonia: o Brasil sempre ganhou jogando em casa.

A presença do torcedor traz energia e pressão para uma equipe pentacampeã mundial que precisa dar uma resposta ao papel de potência mundial. As recentes eliminações na Copa do Mundo – Alemanha e Bélgica – seguem latentes na memória de quem se propôs a ser protagonista e parou nas quartas.

Com a Copa América não é diferente. O último título foi em 2007, sob o comando de Dunga e, desde então, o time canarinho não chegou sequer nas semifinais dos três torneios passados – na última, em 2015, caiu na primeira fase.

Dessa vez, o sorteio foi generoso com os brasileiros. No Grupo A, o Brasil enfrenta também Venezuela e Peru para avançar ao mata-mata. Sem Neymar, cortado após lesão na tornozelo direito, os holofotes se voltam ao coletivo e têm em Alisson, Daniel Alves e Philippe Coutinho as lideranças técnicas na busca pela taça.

“Estamos obrigados a ganhar porque representamos uma nação dona do futebol. Possuímos 200 e poucos milhões de treinadores em suas casas. Por isso, temos a obrigação de ganhar”, disse o lateral-direito Daniel Alves, capitão da equipe na Copa América.
Nomes como Messi, Suárez, Cavani e James Rodríguez estão confirmados e irão desfilar pelos gramados brasileiros. Quem não estará em campo será Neymar, principal jogador da Seleção e que comporia esse grupo seleto. A lesão no tornozelo direito que o tirou da Seleção, também o tirou dos holofotes do futebol. No momento, o atacante enfrenta acusação de estupro.

As cinco cidades-sedes que recebem os jogos são Belo Horizonte (Mineirão), Porto Alegre (Beira-Rio), Rio de Janeiro (Maracanã), Salvador (Fonte Nova) e São Paulo (Itaquera e Morumbi). Fortaleza disputou vaga com Recife, mas a possibilidade foi inviabilizada pela Conmebol após o torneio diminuir de 16 para apenas 12 representações.

Além das seleções sul-americanas, a Conmebol reservou espaço para duas nações convidadas: Catar e Japão. As equipes foram finalistas da Copa da Ásia, que foi vencida pelo Catar, por 3 a 1. O país é o palco da Copa de 2022, enquanto os nipônicos terão a Olimpíada de 2020, que será realizada em Tóquio.

Regulamento

Ao todo, 12 seleções se dividem em três grupos com quatro equipes cada, que se enfrentam em turno único no próprio chaveamento. As duas primeiras de cada chave e os dois melhores terceiros lugares avançam às quartas. Seguem-se semifinais e final, que acontece no dia 7 de julho, no Maracanã, às 17 horas.

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